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quarta-feira, 22 de abril de 2020

Infraestruturas de energia limpa foram subfinanciadas

  • Segundo o relatório Transição climática e energética: o potencial inexplorado dos fundos da UE, os Estados-Membros têm sido lentos em apoiar os seus compromissos climáticos com os fundos europeus, tendo mobilizado apenas 9,7% dos Fundos de Coesão e Desenvolvimento Regional da UE para o período 2014-2020 para financiar infraestruturas de energia limpa. Portugal utilizou apenas 7,7% dos fundos no investimento em energias renováveis, eficiência energética e em investigação e inovação, pelo que precisa de direcionar mais fundos para diversas áreas que lhe trarão maior sustentabilidade ambiental, económica e laboral para todo o território, com maiores benefícios para zonas que atualmente não têm tantas oportunidades, nomeadamente energias renováveis, mobilidade elétrica, adaptação às alterações climáticas e economia circular. Contribuíram para este relatório, Filipa Alves e Barbara Mauricio, da ZERO
  • Podas inadequadas ditam o abate de 130 árvores em Braga, por Tiago Mendes Dias, in Público 21abr2020.
  • «O colapso dos preços do petróleo é outro exemplo de como os combustíveis fósseis são voláteis demais para serem a base de uma economia resiliente. Chegou a hora da indústria de combustíveis fósseis admitir que, a partir de agora, o sítio melhor e mais barato para armazenar petróleo está no solo». Brett Fleishman, em entrevista a Jillian Ambrose, The Guardian.
  • Irlanda, Eslováquia, Eslovénia e Malta juntaram-se a outros 13 países da UE para apoiar planos de recuperação pós-coronavírus focada no clima informa a Climate Home News (CHN). Entretanto, segundo a EurActiv, a Áustria encerrou oficialmente a sua última central a carvão, sendo o segundo país da UE a acabar com o uso de carvão depois da Bélgica em 2016. Por outro lado, a CHN lista os países que estão a resgatar grandes poluidores, como aviação, carvão, petróleo e gás. O relatório analisa o alívio oferecido aos poluidores nos EUA, China, Rússia, Canadá e Austrália, entre outros. O The Guardian também analisa as ações levadas a cabo por vários lóbis no sentido de garantirem bailouts. 

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