- Quem é que de facto controla a resposta do governo britânico à covid-19? Uma teia de negócios que tem financiado o Imperial College na investigação de vacinas contra vírus e que conta com milhões da Microsoft, da Rockfeller Foundation, da Gavi, da Accenture, da Ideo, e da Sage, entre outros. O Department for International Development é a testa de ferro de toda esta teia. Vanessa Beeley afirma: é esta poderosa central que está a fomentar o estabelecimento de uma agenda que, através da histeria, pretende favorecer um programa geral de imunização, vacinação e rastreamento de pessoas, com resultados potencialmente perigosos semelhantes ao que há anos foi aplicado ao gado no Reino Unido. Há muito que o Fundação Gates tem uma relação privilegiada com o governo britânico, segundo um relatório oficial que admite o afastamento de pequenas associações para privilegiar Gates.
- Câmaras compram milhares de testes sem eficácia para detetar vírus, titula o JN.
- Alguém ainda acredita que a covid-19 é democrática e que estamos todos no mesmo barco? Uma reportagem do New York Times explica: A Smithfiled, fábrica de carne de porco no Dakota do Sul, tornou-se o maior foco do coronavírus dos EUA. Durante décadas, pagou salários de miséria a imigrantes que labutaram arduamente, obrigados a tomar analgésicos para atenuar as suas dores. Agora o covid-19 bateu-lhes à porta. Leiam o que Caitlin Dickerson e Miriam Jordan escreveram aqui.
Sem comentários:
Enviar um comentário