quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Pesca de atum incontrolável no Pacífico

S. Jorge-Açores. Foto de António Rego 2012.
  • No meio da polémica sobre a poluição nos locais das provas olímpicas de natação, remo e vela, o governo do estado anunciou mais uma tentativa de despoluir a Baía de Guanabara. O governador Luiz Fernando Pezão assinou um acordo de cooperação técnica com 7 universidades e 3 centros de investigação para iniciar um novo plano, prometendo deixar, em 20 anos, as águas da terceira maior baía do mundo límpidas. Parece que os cerca de 3 biliões de reais, - um especialista fala em 10 -, aplicados, nos últimos 20 anos, na despoluição desta baía pouco ou nada terão adiantado. O próprio governador admite que apenas 49% dos esgotos são tratados neste momento, enquanto a meta prometida para as Olimpíadas de 2016 é de 80%. Mesmo o secretário estadual do Ambiente, André Corrêa reconhece que se criaram demasiadas expetativas uma vez que as águas da baía só poderiam ficar limpas com saneamento completo nos municípios da Baixada Fluminense e de São Gonçalo, o que exige 12 biliões de reais. 
  • A captura de atum no Pacífico está incontrolável. Milhares de barcos trabalham sem parar com vista a capturar a maior quantidade possível de atum no mais curto espaço de tempo. Ao capturarem demasiado peixe, violam leis e acordos internacionais. Mais: violam leis laborais, havendo registo de casos de bullying, escravatura e tráfego humano. Greenpeace.
  • A cidade de Spokane processou a gigante agroquímica Monsanto, alegando que a empresa vendeu produtos químicos ao longo de décadas que sabia serem um perigo para a saúde humana e ambiental. The Spokesman Review.

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