- “(…) Porque acham que o Chega ganhou em Albufeira, logo em Albufeira? Onde domina um turismo trambiqueiro, muito álcool, drogas, prostituição, chico espertos a gamar turistas, discotecas com seguranças privadas, violência, estilo milícias, vencedores imobiliários, cabeleireiros e gestores de resorts? Tudo alimentado por trabalhadores do Bangladesh e da Índia que não podem votar, que nos servem sem nos olhar nos olhos, com medo, escravos, criminalizados por este Governo, que assim garantem que ali em Albufeira esta “economia” funciona – eles carregam as garrafas de rum e vodka, limpam a merda dos WCs, conduzem os consumidores de prostituição ao hotel, cozinham ovos líquidos com tomate a boiar em feijão, servem e morrem de medo de ser expulsos deste paraíso, enquanto os jornalistas, sem se organizarem como classe e por isso a chicote de editores cuidam, penteiam e afagam Ventura e Montenegro, escolhendo sempre para a capa as melhores fotos, sorridentes, de ambos. Um país a saque, sim.” Raquel Varela.
- Os EUA estão a interferir nas eleições presidenciais brasileiras, pressionando o eleitorado brasileiro a votar no candidato de direita Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente desacreditado Jair Bolsonaro. Se isso não funcionar e o presidente Lula da Silva garantir um quarto mandato, já estão a ser lançadas as bases para uma potencial intervenção militar. Desde sanções e guerra económica até à orientação de influenciadores e jornalistas sobre a melhor forma de atacar o governo de esquerda, a administração Trump está a fazer tudo o que pode para derrubar Lula. Alan Macleod, MPN.
- Em arquivos franceses desclassificados, foi encontrada uma carta da OAS (Organização do Exército Secreto), datada de 1961, na qual se ameaçava de morte o Secretário-Geral da ONU, Dag Hammarskjöld, seis semanas antes de este ter morrido num «acidente» de avião no norte da Rodésia, a atual Zâmbia. O diplomata sueco morreu a 18 de setembro de 1961, juntamente com outras quinze pessoas, num DC-6 que o levava para Ndola, na Rodésia do Norte, com o objetivo de pôr fim aos combates na província separatista de Katanga, no Congo, onde lutavam muitos mercenários franceses. A OAS era um grupo terrorista que defendia o colonialismo francês na Argélia. Foi fundada em Madrid, em fevereiro de 1961, e, a partir dessa data, os atentados multiplicaram-se na Argélia e em França. Entre 1961 e 1962, a OAS assassinou cerca de 2 000 pessoas, na sua maioria civis, em atentados na França e na Argélia, tendo mesmo tentado assassinar De Gaulle em duas ocasiões. Após desaparecer, regressou a Madrid, onde, a pedido dos governos, cometeu alguns dos atentados da transição política. Fonte.
Agir com firmeza contra os papagaios é uma das mais recentes supostas preocupações de segurança de Israel. «A minha diretiva às forças de defesa e às Forças de Defesa de Israel é fazer tudo o que for necessário contra esta arma letal — atacar o papagaio, atacar quem o opera, atacar o local de onde foi lançado, fazer tudo para proteger os nossos cidadãos nas comunidades fronteiriças de Gaza e em qualquer outro lugar», afirmou o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu. O ministro da Defesa, Israel Katz, reiterou a declaração de Netanyahu, afirmando que instruiu as forças armadas «a agir de imediato e com firmeza» contra quaisquer lançamentos a partir de Gaza, que, segundo ele, constituem «um ato de guerra em todos os aspetos». Fonte.
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