- A Stardust Solutions revelou o seu plano, até agora mantido em segredo, para arrefecer a Terra através da geoengenharia solar. A startup israelo-americana angariou 75 milhões de dólares junto de investidores que apostam que o agravamento do aquecimento global levará os governos a financiar a sua tecnologia. A estratégia será pulverizar milhões de toneladas de minúsculas partículas de sílica amorfa patenteadas (com 0,5 micrómetros de tamanho, 125 vezes mais pequenas do que um grão de areia) na estratosfera, a cerca de 18 km acima do solo, para bloquear a luz solar. A empresa publicou seis artigos académicos (ainda não revistos por pares) e está a solicitar patentes. Afirma que as partículas são «biologicamente seguras» e concebidas para se reintegrarem nos ciclos naturais. Porém, esta tecnologia não aborda a causa principal (a queima de combustíveis fósseis), o que significa que o mundo ficaria «viciado» nesa tecnologia. Além disso, uma entidade com fins lucrativos não pode autogerir uma tecnologia de tal importância global, apelando a uma governação da investigação independente e coordenada, exigindo, por isso, o apoio ou a aceitação de grandes potências, como os EUA e a China, para ter sucesso. Refira-se que o governo dos EUA tem demonstrado mais interesse em proibir a ciência climática do que em regulamentar as tecnologias emergentes, deixando um vazio para os atores privados. Fonte.
- A ArcelorMittal Exploitation Minière Canada foi multada em 100 milhões de dólares por violar a Lei das Pescas através da deposição ilegal de substâncias nocivas. Fonte.
- Obras na Barragem do Pisão novamente suspensas por decisão judicial. Fonte.
- Relatórios apontam impactos estruturais graves de centrais solares na Beira Baixa. Fonte.
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