A Quercus vê com muitas reservas o recente anúncio do governo de Luís Montenegro sobre a intenção de reestruturar a Agência Portuguesa do Ambiente e o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, temendo que a principal razão apresentada de “simplificação profunda dos processos de licenciamento” signifique na verdade um “livre-trânsito” para atropelar os interesses e as regras ambientais. Fonte.
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