- Centenas de groenlandeses manifestaram-se em frente ao novo consulado dos EUA em Nuuk, numa altura em que o enviado do presidente Donald Trump deu a entender que continua a pretender controlar o território dinamarquês autónomo que se estende entre os oceanos Ártico e Atlântico. Vários políticos groenlandeses recusaram igualmente os convites para assistir à inauguração do consulado. Fonte.
- "Vá lá, jornalistas, perguntem à ministra --> Quem redigiu a proposta de alteração ao Código do Trabalho? Já sabemos que não foram os serviços do Estado, mas foi a ministra? Quando? --> Foi um escritóro de advogados? --> Se sim, qual? --> Quem pagou a factura? --> Se foi o Estado, houve concurso público? Porquê esse escritório? ---> Se não foi o Estado? Quem pagou? Como se deixou que um privado tenha pago a factura? Foi à borla? Não fica o Governoi capturado por quem pagou ou que lhe deu este presente?" João Ramos de Almeida.
- Um plano conjunto entre a polícia boliviana e forças militares dos EUA para capturar o ex-presidente Evo Morales e, segundo relatos, massacrar moradores que resistissem. Comunidades indígenas rurais cercaram a residência de Morales para protegê-lo. Trabalhadores ocuparam e bloquearam o aeroporto de Chimoré (próximo à casa dele) para impedir pousos de aeronaves americanas. Há mais de duas semanas, 22 bloqueios de estradas por grupos camponeses paralisam partes da Bolívia, exigindo a renúncia do presidente centrista Rodrigo Paz (pró-EUA e Israel). Em 18 de maio, mais de 10 mil apoiadores de Morales chegaram a La Paz após seis dias de caminhada. Houve confrontos com a polícia, dinamites e 90 prisões. Evo Morales (presidente de 2006 a 2019) reduziu pobreza e desigualdade, mas foi alvo de um golpe em 2019 após vitória eleitoral contestada pela OEA (financiada pelos EUA). A militar Jeanine Áñez assumiu, com reconhecimento imediato de Trump. O principal interesse dos EUA na Bolívia é o lítio (70% das reservas mundiais). Antes do golpe de 2019, Morales fechou um contrato de US$ 2,3 bilhões com a China, rejeitando exigências de empresas americanas e canadenses. Fonte.
- No contexto da escalada da agressão dos EUA contra Cuba, através de uma campanha de pressão máxima e da ameaça de intervenção militar, o governo dos EUA tem vindo a financiar secretamente uma vasta rede de meios de comunicação cubanos, que se dizem independentes, numa tentativa de promover uma mudança de regime contra o governo socialista independente. Estes media apresentam-se como jornalismo de investigação imparcial, mas estão a ser discretamente financiados por Washington através da [agora reestruturada] USAID, da Fundação Nacional para a Democracia e da Fundação Open Society, com o objetivo de semear o descontentamento na nação caribenha, preparando-a para uma invasão potencialmente «iminente» por parte da administração Trump. Fonte.
- "O infeliz Paulo Rangel, que se toma pelo chefe de uma coisa inexistente, que é a nossa política externa, assim duas vezes humilhado publicamente, quis vir esclarecer, com toda a “clareza”, a declaração “não literal” de Rubio. Uma coisa, diz ele, foi a utilização das Lajes antes da ofensiva contra o Irão, outra coisa foi depois disso. Mas, tanto quanto se percebeu, antes não perguntámos para que queriam utilizar a base e autorizámos e depois de sabermos continuámos a autorizar. Literalmente. E até se dá este facto irónico: enquanto as Lajes albergam 15 gigantescos aviões KC-30, que abastecem em voo os aviões que vão atacar o Irão, as mesmas Lajes ficaram dias sem jet fuel para os voos comerciais com a ilha.” Miguel Sousa Tavares.
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