- "(…) Conservo alguma memória da inauguração do Teatro Micaelense, mas não estive presente nela, por ser ainda criança. Lembro-me de ouvir comentar a familiares mais velhos alguma coisa sobre a decisão de construir o edifício, para aplicar lucros de guerra da empresa promotora, e sobre o luxo dos candelabros do Salão Nobre, vindos expressamente de fora. (…) No começo da década de 60 fui estudar para Lisboa e perdi o contacto com o ambiente do Teatro. Mas sempre conservei a memória do ambiente requintado das sessões do Sábado à noite, nas quais afinal o que menos interessava eram os filmes e os seus complementos, concentrando-se a atenção dos frequentadores no ambiente social e de convívio criado nos intervalos, não sendo caso único ter de fazer soar o gong por duas vezes para a s pessoas voltarem a ocupar os seus lugares na sala, pondo termo às conversas e até aos namoricos que o Teatro proporcionava. Eram ocasiões sociais esses serões de Sábado. Para eles as pessoas vestiam-se o melhor possível, bem ao contrário do que hoje acontece. Fazia-se uma autêntica parada de toilettes!...Nisso o Teatro é que marcava o rumo! (…)” 𝐉𝐨ã𝐨 𝐁𝐨𝐬𝐜𝐨 𝐌𝐨𝐭𝐚 𝐀𝐦𝐚𝐫𝐚𝐥.
- “O PR concorda? Marco Rubio agradeceu a Paulo Rangel a “cooperação no setor da defesa” pelo que é impossível negar a cumplicidade de Portugal na invasão do Irão. Perante a subserviência a Trump é de temer que o Governo português seja submarino dos EUA no Conselho Europeu. Quando da invasão do Irão, Jorge Sampaio salvou a honra de Portugal perante a vergonhosa cumplicidade de Durão Barroso.” Carlos Esperança, Ponte Europa.
Sem comentários:
Enviar um comentário