- “Não há muito a dizer sobre a desfaçatez de um político videirinho que enjeitou cedo a honra, desde roubar mobília da Faculdade de Direito para a sede do MRPP, que Arnaldo Matos o obrigou a devolver, até se deslocar a Londres para verificar que Sadam Hussein tinha armas de destruição maciça. A mentira não o incomodou. Podia pensar-se que a vergonha e o remorso de ter sido cúmplice de Bush na invasão do Iraque o levasse agora a ser discreto em relação à reincidência dos EUA em crime igual, com as mesmas mentiras. Viveu sem dignidade e morrerá sem sentir a falta. Bastou a náusea de ouvi-lo, ver o seu orgulho por Portugal ser arrastado para a guerra de agressão ao Irão, por «Portugal, ao contrário de Espanha, ser um país confiável» e a dizer que a posição de Espanha foi “um erro grave” que afastou Madrid de Washington e irritou o mundo árabe. Tem saudade de Aznar. É difícil conter o asco que desperta um político tão pusilânime e subserviente. Para Durão Barroso é irrelevante que a Base das Lajes seja um ponto de passagem para prisioneiros a caminho da Prisão de Guantánamo ou para bombas destinadas à invasão de um qualquer país. Vive bem com os crimes e o sofrimento alheio. Durão Barroso disse de Pedro Sánchez o mesmo que Trump. Nem o facto de a UE o ter apoiado, através do Presidente do Conselho Europeu e da presidente da Comissão, o coibiu de ser insolente para o governante do país vizinho e insistir na defesa da prática de um crime igual àquele em que participou. Condenou-o, aliás, pela defesa da paz e do direito internacional A dignidade e coragem de Pedro Sánchez a defender o direito internacional e a enfrentar Trump contrastam com a falta de coluna vertebral. Carlos Esperança, RTP – A entrevista a Durão Barroso.
- Durão Barroso - ex-presidente da Comissão Europeia - veio criticar Pedro Sánchez por este ter ousado apontar o dedo aos EUA. Porque será? Miguel Szymanski, entre os 17 e 21; 25 e 29 minutos.
- Aprender a pescar com web. Francisco Silva, O Maio.
- Enquanto bombardeia o Irão, Trump envia tropas americanas para a guerra terrestre contra as drogas no Equador. Pela mesma razão que ele está no Irão e na Venezuela: petróleo 'garantido' pela força, vendido como uma luta contra uma 'ditadura' e/ou 'drogas'. Fonte.
- Graças à guerra de Trump contra o Irão, gigantes do GNL dos EUA podem ter lucros extraordinários de US$ 20 biliões por mês. Fonte.
- “A TAP posicionou, ontem, um A330 em Atenas, para trazer a rapaziada que está a fugir das bombas para casa. Alguém sabe se a Ryanair, Wizzair ou Easyjet estavam disponíveis? Os mercados não cobriram este slot? Parece que estava livre. Gostava de saber, entre a malta que vai entrar naquele A330, quantos é que "gritam" nas redes que a TAP devia ser vendida.” Tiago Franco, TAP Air Portugal, A VERDADEIRA BANDEIRA.
- O Conselho de Paz orwelliano de Trump é composto exclusivamente por violadores dos direitos humanos. Nick Turse, The Intercept.
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