- “D. Marcelo, presidente vitalício da Fundação Casa de Bragança, com mandato suspenso por mais 35 dias, com o país de rastos e milhares de portugueses sem telhado, água ou luz, foi a Roma ajoelhar-se e implorar bênçãos ao Papa Leão XIV. (…) foi, pela sexta vez, ao beija-mão do Pontífice. (…) O que o PR não pode fazer é lamber a mão do Papa, inclinar-se subserviente, deixar-se fotografar num ato humilhante para a República laica, que representa, e portar-se como se a CRP, que jurou, permitisse o aviltamento do seu guardião. Portugal não é protetorado do Vaticano e o PR sacristão. Ao bajular o Papa não cumpriu uma visita de Estado, levou a cabo uma promessa pia e denegriu a imagem do País. (…) O respeito que devia merecer como PR esbanjou-o em vergonhosas exibições pias, no seu incoercível proselitismo, na incapacidade de distinguir as funções de Estado das suas convicções religiosas. (…)” Carlos Esperança, Marcelo foi ontem ao Vaticano.
- O Ministério Público apanhou um comprometedor “esquecimento” de Gouveia e Melo em plena audiência do julgamento em quo de 2021, cerca de quatro mil médicos não prioritários foram vacinados em hospitais militares a troco de 27 mil euros. Gouveia e Melo afirmou em tribunal que só teve conhecimento do uso dos hospitais militares após a vacinação, mas o procurador do MP mostrou e-mails que comprovam que coordenou o processo com o actual deputado do PSD, Miguel Guimarães. Fonte.
- Portugal, visto de cima, é um pequeno pedaço de terra onde se torna difícil marcar distâncias. As conversas bairristas são ligeiramente irritantes e até ridículas. Mostram alguma falta de mundo, se me permitem. Tiago Franco, Lá longe, a 140 km, a profundidade da estupidez.
- “Quando um exército é chamado a intervir em apoio às populações, não basta colocar fardas no terreno. É preciso comando, planeamento, meios técnicos e uma clara definição de tarefas. Sem isso, o que se obtém não é ajuda eficaz, mas desgaste inútil - físico e moral - de quem obedece ordens mal pensadas. Como ex-combatente, senti vergonha. Vergonha ao observar este espetáculo de improviso, 51 anos após o 25 de Abril e depois de quatro anos da minha vida como miliciano na guerra colonial. Não pelo esforço dos soldados - esses fizeram o que lhes mandaram - mas pelo retrato que ficou de uma instituição que deveria ser sinónimo de organização, disciplina e capacidade operacional. Um exército sem organização não é apenas ineficiente. É um exército sem razão. E quando assim é, não falha apenas a missão: falha o Estado que o comanda.” João Gomes.
- As tarifas não ajudaram: 72 000 empregos na indústria transformadora — e a contagem continua — eliminados desde o Dia da Libertação de Trump. «Há muito poucos produtos no nosso portfólio que tenham beneficiado das tarifas», afirmou o CEO de uma empresa de produtos siderúrgicos sediada na Carolina do Norte. Fonte.
- A oligarquia dos media digitais: quem é o dono das notícias online? Caitlin Scialla, Sheerpost.
Sem comentários:
Enviar um comentário