- “Um fascista da segunda geração com um discurso de pacotilha chega à segunda volta das presidenciais. Nada de surpreendente num país em que a cultura e os livros são um luxo, os 'reels' nas redes sociais e as televisões privadas com a agenda dos donos disto tudo a principal fonte de informação, o futebol o mais importante tema de discussão, os ronaldos o exemplo a seguir, a chico-espertice a corrente filosófica dominante. Este Portugal das privatizações, da electricidade à saúde, passando pelas estradas e agora as praias, este país, dominado por meia dúzia de grupos que querem pagar ainda menos e mandar ainda mais, é um eucaliptal. A fraca memória e a ignorância duma larga faixa da população transformaram o sonho de um futuro melhor em saudosismo branqueador dum passado horrível. N.B. A segunda volta das eleições presidenciais será sempre uma vitória retumbante para a extrema-direita. A fasquia para capitalizar essa vitória começa nos 30%. E o objectivo da extrema-direita é chegar ao governo por duas razões simples: é no governo que está o poder executivo que permite distribuir cargos e é no governo que está o controlo do dinheiro para pagar aos seus credores.” Miguel Szymanski.
- Somalis lideram resistência ao ataque de Trump a Minniapolis: das chamuças caseiras para manifestantes às patrulhas à cata de milícias anti imigração, vulgo ICE. Fonte.
- Os agentes federais não podem retaliar, deter ou atacar pessoas que estejam a protestar pacificamente e a observar operações de fiscalização da imigração na área de Minneapolis, decidiu um juiz federal na sexta-feira. A decisão surge pouco mais de uma semana depois de o agente Jonathan Ross, do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), ter disparado e matado a observadora legal Renee Nicole Good, intensificando os protestos contra uma operação de fiscalização da imigração nas cidades gêmeas que o Departamento de Segurança Interna afirma ser a maior de sempre. Fonte.
- ADENDA AO APELO DE HELENA DAMIÃO 'AOS DIRETORES E PROFESSORES DA ESCOLA PÚBLICA A PROPÓSITO DA ‘’VISITA’ DE LÍDERES EMPRESARIAIS E AUTÁRQUICOS PARA DAREM ‘AULAS DE LITERACIA FINANCEIRA’: Os modelos veem dos EUA (Teach for America) e do Reino Unido (Teach Firist). As escolas envolvidas nada pagam porque há enormes apoios por trás: Bancos (BCP, Santander, Novo Banco), Distribuição (Sonae, Jerónimo Martins, Farfetch, Superbock, EDP), Tecnológicas (Microsoft, Ashoka), Fundações (Gulbenkian, La Caixa), Advogados (José Pedro Aguiar Branco), DreamMedia e Público (Portugal 2020, Horizon Europe, PRR)… Essa ‘gente’ fez estágio obrigatório para dar aulas em escolas oficiais portuguesas?
John Addison, à direita, negociador de energia da Vitol, participa numa reunião com executivos de empresas petrolíferas organizada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, na Sala Leste da Casa Branca, em 9 de janeiro de 2026.
(Foto de Brendan Smialowski/AFP via Getty Images)
- A primeira venda (250 milhões de dólares) de petróleo venezuelano nos EUA desde que a administração Trump atacou ilegalmente o país sul-americano no início deste mês foi para a empresa (Vitol) de um comerciante (John Addison) que doou milhões para a campanha de 2024 do presidente Donald Trump. Fonte.
- COMO A GRÃ-BRETANHA AJUDOU TRUMP A DESESTABILIZAR A VENEZUELA. Keir Starmer afirma que o Reino Unido «não esteve envolvido» no sequestro de Nicolás Maduro. Mas a Grã-Bretanha vem apoiando a mudança de regime na Venezuela há anos. JOHN McEVOY, Declassified UK.
Sem comentários:
Enviar um comentário