- “Os grandes bancos, as grandes empresas e fortunas e os políticos que defendem os seus interesses usam o medo da dívida pública para cortar nos gastos públicos que não lhes fazem falta mas, na realidade, querem e fazem tudo para que a economia fique semi-paralisada e endividada porque quanto mais dívida se gera, mais renda improdutiva o sistema financeiro extrai sob a forma de juros.” Juan Torres López, Via Resistir.
- “O ativista e escritor Yves Engler foi detido pela polícia de Montreal por ter criticado a figura mediática Dahlia Kurtz e o seu apoio às atrocidades israelitas em Gaza, depois de Kurtz ter afirmado que os comentários de Engler a fizeram sentir ‘medo pela minha segurança’. Depois de Engler ter escrito sobre as acusações de que foi alvo, informou que foi posteriormente acusado de ‘assediar a polícia’ ao chamar a atenção do público para o seu caso. É fascinante como toda a gente que apoia Israel cai sempre no papel de vítima na primeira oportunidade - mesmo as forças policiais ocidentais encarregadas de perseguir os críticos de Israel. Israel é o modelo deste comportamento de vítima e todo o seu esquadrão de capangas segue o seu exemplo. Mas o que é interessante é que ser visto como a vítima não tem valor em si mesmo - o que tem valor é a compaixão. É a compaixão que os apoiantes de Israel procuram. Fazerem-se de vítima é apenas um meio para atingir esse objetivo.” Caitlin Johnstone, Israel e os seus apologistas usam a compaixão como arma para facilitar o genocídio – Substack.
- Delírio cognitivo na RTP – 1. Daniel Vaz de Carvalho, Foicebook.

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