Foto: Juan Barreto/AFP/Getty Images
- “Em 2005, os donativos pessoais para as campanhas eleitorais ainda pesavam nas contas dos partidos políticos. No primeiro ato eleitoral em que as contas partidárias começaram a tornar-se públicas, o Partido Socialista e o Partido Social Democrata ainda angariaram, em conjunto, 800 mil euros. Mas, a partir dessas eleições, os montante estranhamente começaram a minguar, e atualmente são quase irrelevantes. Para as eleições do próximo 10 de Março, os diversos partidos estimam receber, em conjunto, um total de 273.300 euros em donativos, mas esse valor dificilmente será atingido. Por exemplo, em 2022 só houve cinco partidos a declararem donativos, que atingiram apenas 37.745 euros.” P1.
- Sou só eu que estranha tanta doença junta, num único corpo policial designado para um estádio? Foi intoxicação alimentar em cantina? Bom, fica a pergunta a que tenho direito: e a Ordem dos Médicos? Não faz parte das suas obrigações estatutárias investigar aquilo que Agatha Christie intitularia como ‘o estranho caso dos polícias doentes’? Fernando Cardoso Rodrigues, Público 6fev2024.
- Bancos israelitas executam sanções dos EUA contra colonos que atacaram palestinianos. Público 6fev2024.
- "A CNN está a enfrentar uma reação negativa por parte dos seus próprios funcionários devido às políticas editoriais que, segundo eles, levaram a uma regurgitação da propaganda israelita e à censura das perspetivas palestinianas na cobertura da rede sobre a guerra em Gaza. De acordo com relatos de seis funcionários da CNN em diversas redações e mais de uma dúzia de memorandos internos e e-mails obtidos pelo Guardian, as decisões noticiosas diárias são moldadas por um fluxo de diretivas da sede da CNN em Atlanta, que estabeleceram diretrizes rígidas sobre a cobertura. Incluem restrições rigorosas à citação do Hamas e à divulgação de outras perspetivas palestinianas, enquanto as declarações do governo de Israel são tomadas pelo seu valor nominal. Além disso, todas as histórias sobre o conflito têm de ser aprovadas pelo departamento de Jerusalém antes de serem transmitidas ou publicadas. Os jornalistas da CNN dizem que o tom da cobertura é definido pelo seu novo editor-chefe e CEO, Mark Thompson, que assumiu o cargo dois dias após o ataque do Hamas em 7 de Outubro. Alguns funcionários estão preocupados com a disposição de Thompson de resistir a tentativas externas de influenciar a cobertura, uma vez que, numa função anterior como diretor-geral da BBC, ele foi acusado de ceder à pressão do governo israelita em diversas ocasiões. A equipa da CNN afirma que alguns jornalistas com experiência em reportar o conflito e a região evitaram missões em Israel porque não acreditam que serão livres para contar a história completa." Chris McGreal, A equipa da CNN diz que viés pró-Israel da rede equivale a ‘má prática jornalística’ – The Guardian 4fev2024.
- "Trump culpou o México por 'enviar o seu povo', mas, de facto, há muito que a migração do México para os Estados Unidos era esmagadoramente moldada por políticas apoiadas pelos EUA, como o Acordo de Comércio Livre da América do Norte (NAFTA). Aprovado em 1994, o NAFTA abriu as fronteiras do México e do Canadá ao livre fluxo de bens e capitais. No entanto, não previa disposições relativas à circulação de trabalhadores e, de facto, os proponentes previam que o acordo criaria oportunidades económicas no México e reduziria a pressão para emigrar. O que se verificou foi o contrário. As empresas agrícolas americanas inundaram os mercados mexicanos com milho e outros cereais. Incapazes de competir com as empresas americanas, dois milhões de agricultores e trabalhadores rurais mexicanos foram forçados a abandonar a agricultura. Emigraram primeiro para as grandes cidades do México e depois para os Estados Unidos em busca de sobrevivência económica. Enquanto alguns mexicanos se tornaram parte da crescente força de trabalho empregada nas empresas multinacionais ao longo da fronteira entre os Estados Unidos e o México, outros continuaram a migrar para norte, para os empregadores e familiares que os esperavam nos Estados Unidos." Erika Lee, America for Americans – a history of xenophobia in the United States. Basic Books/Hachette 2021, p 286. Trad: OLima.



Sem comentários:
Enviar um comentário