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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Governo trava corrida às solares

  • A substituição do anterior secretário de Estado de Energia Seguro Sanches por João Galamba coincidiu com a mudança de estratégia do governo de António Costa. Anteriormente, até 2021 deveriam nascer em Portugal 31 novas centrais solares fotovoltaicas, num total de mais de mil megawatts (MW) de licenças que o governo aprovou em regime de mercado, ou seja, sem direito a tarifas subsidiadas. Agora essas licenças são consideradas excessivas e o sistema de licenciamento foi repensado de modo a detetar e evitar eventuais situações de especulação de licenças nos projetos de energia solar.DN. Entretanto, a Moura Fábrica Solar (MFS), filial da espanhola ACCIONA, encerrou. O parceiro chinês anunciara, em setembro passado, uma semana depois de a União Europeia ter decidido eliminar as tarifas sobre a importação de painéis da China, que iria concluir definitivamente a sua atividade em Moura e transferir a sua produção para fábricas na Ásia. A MFS, que implicou um investimento de 10 milhões de euros e começou a produzir em 2008, foi uma das contrapartidas do projeto de construção da Central Solar Fotovoltaica de Amareleja. Após ter comprado a empresa que tinha sido criada pela Câmara de Moura para construir e gerir a central, a ACCIONA construiu a MFS e, no âmbito de um acordo com o município, comprometeu-se a mantê-la a funcionar durante 10 anos, ou seja, até 2018, e com mais de 100 trabalhadores. TVI.
  • Concentração anti-nuclear, contra as minas de urânio em Salamanca: sábado, 19 de janeiro, 16h - Barragem de Saucelle (fronteira de Portugal com Espanha), em Freixo de Espada à Cinta. FB.
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