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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Bico calado

Imagem retirada daqui.

Os maiores hipócritas britânicos:
1 O responsável pelas finanças «não sabia» que era incorreto pedir um subsídio de 100 mil libras para tratar os seus cavalos;
2 14 dos 20 maiores patrocinadores do partido conservador estão implicidos em casos de fuga a impostos
3 O indivíduo que diz que «podemos viver com 7,50 libras por dia» apresentou despesas de 39 libras que pagou pelo seu pequeno almoço;
4 O indivíduo que aumentou as propinas para 9 mil libras teve educação privada de borla, universidade de borla e uma bolsa de estudos apesar de ser filho de um milionário;
5 Os bancos que arruinaram a economia receberam 375 biliões de libras e outras salvaguardas.

  • A Grécia na porta de saída, por Bruno Nogueira in Tubo de Ensaio/TSF 18fev2015
  • Lisboa é uma das dez câmaras da AML que não publicam actas das reuniões. Nem sequer as disponibilizam quando os partidos as solicitam. Com uma transparência assim, como é que o atual presidente da câmara, António Costa, quer ser primeiro-ministro deste país?
  • Hope among the ruins (Esperança entre ruínas), por George Monbiot in The Guardin 18fev2015: (1) Para os gregos, os ministros da zona euro impõem uma rendição incondicional; para os bancos, injetam-lhes dinheiro quase sem condições. É o próprio New York Times a sublinhar: embora o corrupto sistema bancário alemão tenha exigido um bailout maior do que o que os bancos americanos receberam, há muito pouca vontade de mudar as coisas na Alemanha porque o sistema bancário está profundamente envolvido com a política dominante, servindo como uma rica fonte de patrocínio e financiamento de projetos locais. Os bancos são novos donos coloniais da Europa e os governos meros intermediários do seu poder. (2) Uma solução é sugerida por Martin Wolf, no Financial Times: o Estado poderia retirar aos bancos o poder de criar dinheiro a partir do nada e passar a ter o monopólio da criação do dinheiro. (3) Outra solução é apresentada por Ann Pettifor, no Just Money: O dinheiro não deve ser considerado uma mercadoria mas uma relação social baseada na confiança; como os governos não entenderam bem este conceito de dinheiro, a criaçã ode dinheiro por parte dos bancos foi um enorme avanço civilizacional, que libertou as nações dos usurários que monopolizavam e restringiam a riqueza. Enquanto houver atividade produtiva para absorver o dinheiro em circulação não há constrangimentos sobre a quantidade de dinheiro que possa ser emitido. Portanto, quando os governos e os bancos centrais vêm dizer que que não há dinheiro das duas uma: ou estão a enganar-nos ou estão a enganar-se. O que trava a atividadeeconómica é uma restrição desnecessária e artificial do meio de troca. O sistema bancário foi destruído pela desregulamentação, tendo denegerado num novo sistema de usura, especulação e exploração. Os bancos privados pedem emprestado a custos beixos e exmprestam a custos altos, obrigando-nos a trabalhar muito mais e a explorar os recursos naturais para satisfazer as suas necessidades. Pettifor sugere que os governos deveriam voltar a controlar as taxas de juros ao nível de todos os empréstimos. (4) Outra hipótese poderia ser um sistema inventado por Silvio Gesell, que salvou muitas cidades austríacas e alemãs durante os anos 30 e que, pelo facto de se ter tornado tão popular devido ao seu sucesso, acabou sendo proibido. Esse sistema funcionava através de talões com uma série de caixas impressas. Os talões perdiam a validade a menos que um selo que custasse 1% do valor do talão fosse colado numa das caixas todos os meses. Como o valor desta moeda caía com o tempo, ninguém era tentado a guardá-la.
  • OS EUA vão vender drones armados aos aliados.
  • Aos gritos de «Somos racistas», fans do Chelsea impedem negro de tomar metro em Paris.
  • ASAE bloqueia parcómetros de Chaves por falta de cerificação.
  • O atual presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, acabou por retirar do currículo um mestrado em Economia Empresarial, pela University College Cork (UCC), que nunca existiu naquela instituição. Tudo graças à denúncia, há algum tempo, do Sunday Independent. A coisa anda mal para aqueles lados. Há 3 anos, o ministro da defesa alemão, Karl-Theodor zu Guttenberg, demitiu-se após descoberta de plágio. E nós não lhes ficamos atrás. Basta recordar as estórias rocambolescas acerca dos cursos de Sócrates e de Relvas.
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