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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Jardim, a grande fraude (52)

Alberto João não tem poder nem credibllidade fora da ilha, vive de mão estendida a pedir dinheiro mesmo onde não o há, vive acima das suas posses, atribui-se uma importância que nem de perto ou de longe possui, e só não parece um fidalgo arruinado porque nunca teve nada de seu, e um fidalgo, mesmo arruinado, tem maneiras.”

Jardim, a grande fraude, Ribeiro Cardoso – Caminho 2011, p427.

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